ME Dê IMAGENS: O que eu vi do Show do Paul McCartney em Fortaleza?

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Coluna do Bozzo: Mano a Mano ou como se tornar um técnico da seleção brasileira de futebol

por Vinícius Augusto Bozzo (@o_penetra)

O futebol é a cara do Brasil e ser técnico da seleção brasileira é mais do que ocupar um cargo. Tem que se entender das regras, regulamentos, táticas, formações, psicologia esportiva, fisiologia, ter uma boa equipe de apoio e, enfim, ter tudo isto não basta. Com a demissão do nosso técnico Mano Menezes, comprovei o que já imaginava. Para ocupar esta vaga, o “candidato” deve ter uma empatia com o público. Algo que fique entre o artista, o apresentador de auditório global e um líder religioso.

Tem que ser a soma de Ivete Sangalo, Luciano Huck e Papa João Paulo II. Com uma pitada de Seu Lunga que dá todo um gostinho especial. Estou muito errado? Veja Luiz Felipe Scolari ou Zagallo. Isso também vale para outros esportes, veja Bernardinho no vôlei, Lari Passos no tênis.

Agora, se chamar Mano é muito prejudicial. Ficar mano a mano com a zaga é problema. Ser candidato a prefeitura de Fortaleza, como Elmano, também é problema. Mano Chao é o único bem sucedido, que mesmo dando adeus não saí das paradas de sucesso.

Mas a campanha do Mano Menezes com a seleção não foi das piores. Ele foi mal da Copa América, mas ganhou o Super Desafio “PES 2012” de Seleções… É, ganhamos da Argentina… Mas isto não basta, porque no Brasil técnico de futebol é o segundo presidente. É mais importante do que ser Presidente do Senado. Eu sugiro até para o TSE montar uma eleição direta para este cargo. Porque o povo não se lembra qual foi o último deputado federal que votou, mas os técnicos da seleção todos conhecem profundamente vida e obra.

Já que a “festa da democracia” das eleições dá tão certo, qual o problema de fazer uma “eleição fora de época”?

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