Clipping: Paulo Soares e Vinicius Augusto Bozzo são os entrevistados do Sala de Conversa na rádio O POVO / CBN

Não é que o QUAL É O LINK tá na mídia! Paulo e Vinicius foram os convidados do programa Sala de Conversa deste último sábado, dia 12 de janeiro. O programa é apresentado pelo jornalista Celso Tomaz e em pauta estiveram assuntos como a rotina de um comediante, o humor stand up comedy e a história do Qual é o Link com a internet. Também divulgamos nossa agenda de shows que, inclusive, está super atualizada aqui em nosso site. Se você não ouviu, pelo menos veja as fotos!

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Coluna do BOZZO: Galvão precisaria ter estudado em uma UFC. E o Tufão precisa de um Clone!

No último UFC Rio realizado em outubro, uma frase do Galvão Bueno me emocionou. “Estamos ao vivo… ao vivo de verdade”. Como assim? Quando que a verdade e o ao vivo deixaram de ser sinônimos? E a resposta me veio fácil: SEMPRE! O que me fez pensar no que é o AO VIVO.

No rádio e na TV a expressão AO VIVO sempre traz um frescor, um dinamismo, uma presença certa no momento exato do acontecimento. Porém, está PRESENÇA pode ser falsa. Basta ser um falso ao vivo. Falamos ao vivo, gravamos umas 3 horas antes, mas tudo bem. Com a internet, a heroína dos desmascaramentos televisivos, Galvão caiu na armadilha durante a outra transmissão do UFC, há alguns meses atrás. Enquanto ele anunciava a entrada de Anderson Silva no ringue, ele já estava em um pub em Londres assistindo à sua própria luta pela Rede Globo Internacional.

Do jeito que a Globo tem feito ações de propaganda descaradas na novela, pensei, por um instante, que AO VIVO seria um merchandising da gloriosa empresa de telefonia celular. Mas eu mesmo me corrigi: Ah! O Tufão já fez isso há uns dias atrás. E a Globo não gostou porque “feriu uma regra que baseia a relação da emissora com as empresas de propaganda, segundo a qual seus personagens não podem ser usados em ações de marketing”.

Como assim Bial? E a Sandália da Grendene da Shakira no pé da personagem da Avenida Brasil, e o Banco Itaú aparecendo direto como cenário? Aliás, fazer propaganda dentro de uma obra de ficção por simples aparição ou descarada é algo normal.

Fiquei pensando na Carminha vendendo uma Tecpix no meio da novela. Ou a turma da Malhação parando uma cena para dar um recadinho. “Gente, você que é jovem e tá louco para … você sabe o quê… Use preservativos Jontex, e não faça que nem os nossos personagens que há mais de 15 anos engravidam com 15 anos”.

A Xuxa já dizia “quem quer pão, quem quer pão”, uma propaganda clara das padarias Romana. Talvez, não. A verdade é que o que interessa uma emissora de televisão é a propaganda, não é a ficção, nem a informação, o que ela quer é que você continue consumindo a TV. E não há problema nisso, desde que você ganhasse unas 10% para assistir as propagandas. Ops, mas isso já existe. Preciso entrar rapidamente na MISTER COLIBRI.

Qual é o Link?

Veja o que a Globo Falou sobre o Tufão.