Coluna da Ludy: Fã de super heróis

Sempre fui muito fã de super-heróis. Sempre quis ser um super-herói. Não, você não está lendo errado. Eu acho o Wolverine do Hugh Jackman um arraso, gatíssimo, mas eu não queria ser a Jean Grey. Queria ser o Wolverine. Ou até mesmo o Ciclope ou o Fera, assim, como prêmio de consolação se a vaga estivesse ocupada.

powerangerEu era a menina que estava fora da disputa de quem seria a Ranger rosa (tinha muito puxão de cabelo envolvido), porque eu estava batendo boca com os meninos: eu queria ser o ranger vermelho. Sim, provavelmente eu tenho problemas. Meu amigo imaginário diz muito isso. Mas eu sou menina mesmo, por mais que você não esteja convencido. Mas pra mim nunca foi suficiente brincar de Barbie e tentar ser a Barbie na vida real. Na verdade, vida real não tem muita graça. Legal seria ter superpoderes.

Gosto de ser mulherzinha também, essas frescurinhas de maquiagem, essas torturas de depilação… super curto! Maaaaas, brincar de super-herói é muito mais divertido do que brincar de casinha.

Porque agora, eu tenho que brincar de casinha todo dia, e é um saco. Quanto a salvar todo mundo de mais um plano maligno de destruição do mundo (os vilões são sempre muito originais) e ser ovacionado, e ganhar a medalha da cidade, e ter super poderes, e poder ficar invisível para fugir das tarefas domésticas…

Resumindo, eu adorava. Aí descobri que o Stan Lee, dos seus longos e produtivos 90 anos (mãe #ficadica, para de me mandar correntes, por favor) tem um canal no YouTube, o World of Heroes, com vídeos, entrevistas, enfim, super divertido.

Aí, eu assisti esse vídeo: 

E desisti desse negócio de mutação genética e super poderes. Não tem necessidade, né?!

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Coluna da Ludy: Porque eu prefiro revista masculina

por Larissa Ludiana

Não se afobem. Não estou aqui revelando o segredo absurdo que curto ver minhas colegas de gênero como vieram ao mundo nas famigeradas páginas da Playboy. Embora as matérias sejam realmente muito interessantes, né rapazes.

Tsc tsc, homens!

Tsc tsc, homens!

Não, me refiro às outras revistas masculinas. Aquelas que falam sobre a vida, o universo, as mulheres, e tudo o mais. E em comparação com as toneladas de revistas femininas por aí. Por que não tem nada que me faça duvidar mais da minha feminilidade (ou quem sabe da minha humanidade) do que uma edição da revista NOVA, com a imagem da atriz lindérrima do momento (cheia de photoshop, óbvio). Sim, claro que eu leio. E às vezes chego a cometer o crime de ler o horóscopo, se ele estiver na data certa, claro, que não quero azar, tá meu bem.

O lance é que a leitura de revistas deve ser um entretenimento, e para nós, mulheres, com um exemplar dessas revistas na mão, somos meras vítimas, atacadas sem dó pela publicação editorial feminina da vez.revista_feminina_cor

Aqui vai um resumo do sentimento geral causado por essas revistas: são aproximadamente 80 páginas de “você não está tão magra quanto esta linda mulher”, “a dieta da edição passada não funcionou, conheça a desse mês, e não se decepcione ainda”, “aprenda a segurar o homem da vez” “saiba quais são as tendências da estação, mesmo que onde você mora não dê pra notar a diferença. O lance é gastar milhões pra tentar parecer atriz hollywoodiana” “veja o monte de cosméticos milagrosos que você não tem dinheiro pra comprar”, “você faz sexo do jeito errado, aprenda o jeito certo”, “aliás, você faz tudo errado, se liga sua lesada”.

Por isso é incrivelmente melhor folhear uma ALFA, uma Men’s Health da vida, e descobrir o que os homens já conseguiram desvendar da loucura feminina, o que eles estão pensando, quais os assuntos top 5. Embora não seja novidade. Folheando a revista: “blablabla carro esporte mais masculino”, “blablabla roupa mais estilosa”, “blablabla mulher (ou cerveja) mais gostosa”.

Ah, ser homem parece tão mais divertido!

QUAL É O LINK? http://www.youtube.com/watch?v=IGwMHxHPYDk – Eriquita dá um Blá!

Coluna da Ludy: O preço de uma viagem internacional

Sim, eu sou uma pessoa internacional. E sim, eu fico me gabando publicamente. Os incomodados que se retirem (mas pera, não vai não. Vou contar um monte de coisas legais).

Isso mesmo, façam muitas piadas sobre essa foto.

E, pra quem achou que vou aqui dizer como sou podre de rica, infelizmente se enganou. Eu pechinchei até comida quando estive na Zoropa. Pois é, só tinha eu e outro cara mendigando em toda a Alemanha. Porque eu não conto o pessoal que toca música e bota um chapéu lá. Isso é diferente, é outro nível de mendigagem e eu acho inclusive que alguém devia ensinar os mendigos daqui a fazerem isso. Acho um absurdo esse povo que pede dinheiro sem fazer nada. Qual a minha motivação? Acho que é por isso que tem uns que se instalam no meio da calçada na maior, só pra eu perder a paciência e dar dinheiro pra eles saírem do meio.

Mas enfim, não estamos aqui pra falar de gente pobre (a não ser eu), estamos aqui pra falar de fineza, de carne de porco e presunto e mortadela a perder de vista. E de nutella. Sim, podem me imaginar 6 quilos mais gorda.
Comida demais + atividades de menos + frio = hibernação. sabiam não?

 

 

 

Minha gente, o que é uma pessoa matuta no meio da Europa, não?! Eu não sabia pra que lado olhava. Eu queria tirar a roupa e morrer congelada, até porque seria uma conquista totalmente inédita pra uma nordestina. Como vocês podem supor, eu não morri. Porque lá, meus queridos, tem aquecedor até no banheiro. Se duvidar, devia ter um aquecedor na casinha do cachorro.

Óia, neve. Neve! NEEEEEVE!

Tudo é tão maravilhoso que fui assistir Missão Impossível 4 no cinema. Era dublado em alemão (e eu não falo nem oi em alemão) mas isso é detalhe, né. Quem de vocês pode dizer que viu um filme na Alemanha? Quem? Quem?

Ah, mas nada melhor que chegar em terras tupiniquins depois de 40 dias no inverno europeu (Pfffff), aquele calorzinho bacana, usando três calças jeans (não perguntem como consegui vestir. Ou tirar. Também não consigo explicar) porque não cabia mais nada na mala. Depois de 10 horas seguidas de voo, onde tive tempo de dormir, assistir filme, desenho, ouvir música, tomar café da manhã, almoçar, preencher formulário da Alfândega (eu tenho cara de quem tá trazendo mais de cinco mil reais em produtos?) e traduzir o formulário pra um estrangeiro, ufa, tudo que você quer é o aconchego do seu lar.

Mas pera: o voo atrasou, querida. Se aconchega aí no banheiro do aeroporto (com aquela descarga disfarçada de portal pro inferno) e espera o próximo voo, amanhã. Pra minha mãe, nada disso importa. O que importa é que ninguém avisou que meu avião estava com falhas técnicas. Não importa que eu não morri. O importante é que eu podia ter morrido.

Nunca tinha reparado que houve tantas oportunidades de eu morrer nessa viagem.

Qual é o link?

É pobre e quer ir pra Europa? Siga as dicas: http://camelandonaeuropa.blogspot.com.br/2010/09/destinos-europeus-de-viagem-para-gente_19.html

Como fingir que foi pra Europa: http://jenios.naosalvo.com.br/a-torre-eiffel-ta-tao-diferente/

Coluna da Ludy: Super Mario x Seu Mário

Super Mario, como muitos devem saber, é o simpático personagem de vídeo game, encanador, bigodudo que corre atrás da Princesa Peach.

Não vou nem dizer que a Peach é sacana e trocou o Mario pelo Bowser. Tudo bem que o Bowser é podre de rico, tem um monte de castelos e um exército. Mas, caso ninguém tenha notado, ele é uma tartaruga, e além de ser zoofilia, não creio que a princesa iria se satisfazer com uma tartaruga. Eu acredito no amor verdadeiro entre uma princesa e um encanador.

Mario é um cara respeitável. Só que não. Ele tem um emprego, mas a única coisa que ele faz é entrar pelo cano. Viciado em cogumelos e como meio de transporte não um carro do ano, muito menos um cavalo branco. Ele sai por aí cavalgando um dinossauro. Quanto a ser um assassino de tartarugas, não tenho problemas com isso. Qualquer animal que esteja sendo um imbecil merece um chute, especialmente você, ser humano horrorizado com minha declaração, você também é um animal, caso ninguém tenha te avisado.

Já o Seu Mário, meu encanador, ele sim é competente. Conserta todos os canos, sem precisar entrar em nenhum, não está sempre com a mesma roupa, não aparenta estar drogado e não se mete a brigar com o chefão daqui de casa. Nada contra o Super Mario e sua caçada à Princesa, mas quando sequestraram a esposa do Seu Mário, ele chamou a polícia. Muito mais rápido. E pra completar é membro da Sociedade Defensora dos Animais.

Daí você pode dar uma de sabichão defensor do Super Mario e me perguntar: e como o Seu Mário faz pra conseguir moedinhas? Simples, meu caro: ele trabalha!
Qual é o link?!

Um Joystick, um violão – Aquarela http://www.youtube.com/watch?v=aITEB75P3mM

A Lenda do Herói – Fase 1 http://www.youtube.com/watch?v=SX9rSCRiVbc

Faça você mesmo – Encanamento (pra quem não é cliente do Seu Mário) http://www.youtube.com/watch?v=c8YhmJ9cOC8

Coluna da Ludy: Manifesto Antimestres

Nunca fui muito com a cara dos mestres. Calma, não estou falando de nossos queridos e amados professores, que nos ensinam o be-a-bá e a viver nesse mundo cão. Falo daqueles mestres, os da ficção. Os que guiam nossos também queridos e amados heróis em sua jornada de crescimento interior para derrotar o mal.

Primeiro eu me pergunto, eles são mestres em que? Onde conseguiram a graduação, onde está o diploma? Ou vocês acham que dá pra ser discípulo de qualquer rato gigante que mora no esgoto? Tem que pesquisar.

Segundo, que se dependesse desses filhos de uma respeitabilíssima mãe, todo mundo estaria na merda. Como os esbeltos jovens perdidos de Caverna do Dragão. Eu nunca fui com a cara do Mestre dos Magos. Um velho anão careca que faz cosplay do Papa Bento XVI não pode ser confiável. Daí ele faz um discurso que só não é mais sem noção enigmático que o Bial em dia de paredão, cai um cisco no olho da galera e quando eles voltam a ver, o anão sumiu.

Falando em mestres anões, não esquecer poderíamos, Mestre Yoda do. Ele é ótimo, não some atrás de arbustos, mas precisando ele está, umas aulinhas gramática de. E vamos acompanhar o raciocínio dele, com as correções gramaticais: “eu vou enviar esse menino réi (Luke) pra derrotar o vilão asmático. Eu poderia dizer que o cara is the father, maaaaaas, eu vou pagar pra ver. No mááááximo o menino fica sem uma mão, mas como a censura é 10 anos, não tem sangue, tá beleza”. P#rr@, Yoda. Vê se cresce.

Por fim, quem faltava: Mister Miyagi. Eu não preciso dizer muita coisa: o velho vem cheio das conversas de ensinar karatê de maneira lúdica e mais digna, mas o negócio mesmo é que ele tava sem empregada. Aí o menino faz faxina, limpa carro, pinta cerca, e o cara nem pra dar o toque que a escravidão servia de golpes. Não, deixa o menino ficar desfigurado primeiro, pra ele dar valor ao trabalho escravo.

É por essas e outras que o único mestre que eu curto é o Xavier. Modesto, só precisa chamar de professor. Letrado, fala corretamente, e além de explicar tudo direitinho, ainda explica à distância, sem nem abrir a boca. Que que custa pra os outros aprenderem telepatia?

Coluna da Ludy: Era uma vez o dia em que eu não sabia o que escrever

Por Larissa Ludiana

Oi, eu sou a Larissa, e essa é a minha coluna por aqui. Tá, e daí?

Daí que tiveram a brilhante ideia de pedirem pra eu escrever sobre qualquer coisa. QUALQUER COISA!

Vocês sabem o que é qualquer coisa, leitores? É qualquer coisa. Em todo o universo. De lápis a Plutão, de futebol a alienígenas, e por aí vai. E eu tentei, juro que tentei. Mas como bem disse alguém muito importante que não sei quem é “tinha uma  pedra no meio do caminho”.

Essa pedra se chama síndrome do papel em branco. (intitulada por mim) é um problema seríssimo, mas que é subestimado, porque tem gente por aí sofrendo bullying, depressão, achando que sofre mais que eu. Eu e alguns milhões.

Você aí, meu caro, minha cara, deve passar por esse distúrbio vez ou outra. Quer ver?

Sabe quando você precisa fazer um texto para a escola/faculdade/trabalho/cartão de aniversário pra sua vó/stand up, enfim, abre seu querido amigo Word (powered by Microsoft – post patrocinado – mentira) e depois de 10 minutos esperando o bendito terminar de carregar (Enquete relâmpago: o que demora mais, o word ou os 5 segundos de vídeo comercial no youtube?) finalmente se abre à sua frente uma magnífica folha em branco. Magnífica filha de uma mãe. A bendita fica lá, te encarando, branca, alva, paradona, estática.

Mas o pior não é a folha virtual, que você não pode nem sequer amassar, picotar e comer, só pra expressar o seu ódio e fazer uma ex-árvore sofrer pela sua falta de habilidade na singela arte de escrever. O pior mesmo é o maldito cursor, esse grandessíssimo idiota vindo das profundezas do inferno com o único propósito de tirar a sua sanidade. O infeliz fica todo todo, piscando piscando, como quem diz: bora ver, minha filha, é pra hoje essa redação? (ou então como uma diva deslumbrante num sábado à noite).

Aí você passa três horas, 43 minutos e 12 segundos sem conseguir escrever nada (além de digitar aleatoriamente sempre que sua mãe passa por perto), depois de quase descer a mão nessa droga de computador e só parar no último segundo após lembrar das 15 prestações que ainda não foram pagas. Pausa para um momento emocional de pedir desculpas pro ‘lindinho fofinho da mamãe’ por todos os insultos jogados em sua tela, e agradecer por todos os momentos em que esse lindo computador foi útil em sua vida.

Daí então, você, sem forças nem pra pedir colo pra mamãe, desiste. Pede consolo no sono dos justos. Acorda às 5 da manhã, desesperado, lembrando que a droga do texto é pra hoje. Você tem vinte minutos pra escrever a obra da sua vida. Uma ideia surge. Não é a quinta sinfonia de Beethoven, mas serve.

Ao fim do prazo, surge uma porcaria como essa que você acaba de ler. E você ganha 10. É, com certeza vocês já passaram por isso.

Mas qual é o link?

O seu PC te endoida como o meu me endoida? Dicas de como agir antes de estrangulá-lo: http://mundodofabio.blogspot.com.br/2011/05/tres-problemas-de-pc-lento.html

Descobriu  que não tem habilidade pra essa bagaça de escrever? Dicas inovadoras de outras utilidades para o seu notebook: http://www.numclique.net/otimize-o-seu-notebook/839