A Internet é uma comédia no palco – COMÉDIA SEM COMPROMISSO: Stand up Comedy

Stand up comedy utiliza a internet como tema de textos inéditos no Shopping Benfica

cartaz
Google, Login, Apps, Chat, Facebook… A internet é uma comédia. Ela é o tema central de textos inéditos do grupo de stand up comedy cearense Qual é o Link. O espetáculo acontece no próximo dia 23 de fevereiro, às 10h30 da manhã, no cinema do Shopping Benfica.

“Criamos a marca ‘COMÉDIA SEM COMPROMISSO‘ formatada para ser um espetáculo onde os integrantes do grupo e outros humoristas convidados apresentam novos textos de stand up comedy. O projeto foi pensado em apresentações periódicas, cada uma com o tema”, explica Vagner Ancelmo um dos idealizadores do grupo.

O ingresso é um quilo de alimento não perecível. As doações serão enviadas para instituições parceiras do Shopping Benfica. Além de Vagner Ancelmo, Vinicius Augusto Bozzo, Paulo Soares, Gilliard Barbosa e Larissa Ludiana, estão no espetáculo os comediantes convidados Gladson Caldas e Thiago Matso. Vinicius explica que “a proposta do ‘COMÉDIA SEM COMPROMISSO’ foi inspirada na Noite do Microfone Aberto que já acontece em São Paulo. Experimentar textos novos, novas ideias e congregar comediantes de outros grupos. A primeira edição em dezembro foi um sucesso”. A entrada é 1kg de alimento não perecível.

Serviço:
COMÉDIA SEM COMPROMISSO – Internet
23 de janeiro de 2013 às 10h30
Cinema do Shopping Benfica
Ingresso: 1kg de alimento não perecível. Vagas limitadas e por ordem de chegada.

Coluna do Paulo: Zumbis, mais zumbis, uma ruma de zumbis

Estamos na moda de zumbi, The Walking Dead, Resident Evil, Regina Casé…
Os zumbis estão dominado a TV, agora percebo que tem coisas mais estranhas do que a Mart’nália e a Maria Bethânia.

imagesHistória do The Walking Dead: um cara que acorda em um hospital que tem um bando de mortos-vivos espalhados no chão, até aé é a mesma coisa de você acordarem em qualquer Hospital Público dos país (Tum, dum Tsss).

 Mas o que é um zumbi? Nada mais nada menos do que um cara, sem cérebro que anda em bando e quebra tudo que vê pela frente. Até aí é um Membro de torcida organizada, basta saber de qual, desde que me conheço por gente ouço histórias sobre eles e me surpreendo com a evolução deles, só uma coisa que não muda, além de eles serem atrapalhados que andam esbarrando nas coisas, repararam que todos os zumbis são parecidos?! É sempre com um andado escroto, bem lento quase parando, fico pensando como eles conseguem comer alguém assim?! É todo preguiçoso, quase um zumbi baiano.

The-Walking-Dead-jessicamc26-31150016-1024-768Outra coisa: já imaginou como seriam zumbis de varias regiões do Brasil?! Lógico que não, vocês devem ter coisas a fazer! Pois bem, imagine um zumbi Cearense: é um zumbi que tem um cabeção e em vez de comer seu cérebro ele te conta uma piada. Um zumbi paulista: só mata nordestino e com muita pressa. Imagina um Zumbi gaúcho: ele não come seu cérebro, ele chupa seu pinto! Um zumbi do Acre… Acre? Acre? Não tem!

Queria ver o Big Brother Brasil de zumbi. Imagina eles conversando:

(Lê com voz de zumbi)

– Iaê cara vai votar em quem?

– No Henrique!

– Por quê?

– Porque ele comeu meu dedo na festa!

Talvez se o BBB fosse assim teria um pouco de novidade. #FicaaDica!

Renan-CalheirosDeveria é pegar um zumbi desses e mandarem lá pro senado, e mandar comer o cérebro do Renan.Pensando bem, melhor não, porque depois quem morre é o zumbi.   Envenenado!

Fui…

Coluna do Gilliard: E aí, e o carnaval?

By… tinga do @GilliardBM

Diz aí, que voltei com essa mesma rumação de coluna, e aproveitando a situação e que já estamos bem perto do carnaval, aproveito pra falar dessa maldição.

coluna-gilliard
É incrível o número de pessoas que vivem em função do carnaval, e não que eles trabalhem com carnaval, são idiotas por esporte, creio eu.
É bem fácil identificar o tipo, eles tem o que se pode chamar de pergunta chave, que é a seguinte: e aí, e o carnaval?
A pessoa querer saber onde tu vai passar o carnaval tudo bem, agora é foda perguntar isso ainda nas vésperas do dia das crianças.
E no Natal que eles se esquecem da grande comemoração, que é a ilusão consumista e chegam te perguntando e aí, e o carnaval? Chega o Réveillon que é o dia mundial da confraternização universal, e o que eles querem saber, onde tu vai passar o carnaval, e eles insistem na pergunta, e aí, e o carnaval?
Conforme vai se aproximando a maldição, as pessoas vão dando graças a Deus, pois não aguentam mais tanto o, e aí, e o carnaval? Tem deles que trocam a velha e tão batida forma de puxar assunto que é o tá calor, hein? pelo e aí, e o carnaval?
Pior mesmo é no ambiente de trabalho, pois eles trocam a saudação de Bom dia! pelo e aí, e o carnaval?
E uma semana antes de começar o carnaval é que é de lascar mesmo.

O que nos deixa feliz é saber que vai chegar realmente a maldição?

Engano!

Pois eles ressurgem literalmente das cinzas da quarta-feira, e quando ele te encontrar no teu ambiente de trabalho, a primeira coisa que vão te perguntar é, e aí, e o carnaval? Pois, Zé! Agora é porque eles querem saber onde tu passaste o carnaval.
Em função disso fiz um teste ano passado e o resultado foi positivo, vou passar aqui pra vocês, sintam-se a vontade para o uso e divulgação do mesmo, caso queiram, lógico.
Quando  um desses idiotas, chegar perguntando e aí, e o carnaval? logo depois do carnaval, responda com os índices informados pelo IML, é batata! Quer dizer é presunto.
E aí, e o carnaval?  Então rapaz, o carnaval, 14 Assassinatos, 04 Atropelamentos, 03 Afogamentos, 02 mortes por asfixia, o foda mesmo é que não morreu ninguém por overdose do “ai se eu te pego”.

P.S.1.: Bebam com camisinha.

P.S.2.: Só lembrei agora, ia pedir que vocês ao lerem isso tentassem fazer a voz do cara que narra as notas de apuração das Escolas de Samba do carnaval do Rio de Janeiro.

Afagos (Soou Viado?)

Coluna da Ludy: Fã de super heróis

Sempre fui muito fã de super-heróis. Sempre quis ser um super-herói. Não, você não está lendo errado. Eu acho o Wolverine do Hugh Jackman um arraso, gatíssimo, mas eu não queria ser a Jean Grey. Queria ser o Wolverine. Ou até mesmo o Ciclope ou o Fera, assim, como prêmio de consolação se a vaga estivesse ocupada.

powerangerEu era a menina que estava fora da disputa de quem seria a Ranger rosa (tinha muito puxão de cabelo envolvido), porque eu estava batendo boca com os meninos: eu queria ser o ranger vermelho. Sim, provavelmente eu tenho problemas. Meu amigo imaginário diz muito isso. Mas eu sou menina mesmo, por mais que você não esteja convencido. Mas pra mim nunca foi suficiente brincar de Barbie e tentar ser a Barbie na vida real. Na verdade, vida real não tem muita graça. Legal seria ter superpoderes.

Gosto de ser mulherzinha também, essas frescurinhas de maquiagem, essas torturas de depilação… super curto! Maaaaas, brincar de super-herói é muito mais divertido do que brincar de casinha.

Porque agora, eu tenho que brincar de casinha todo dia, e é um saco. Quanto a salvar todo mundo de mais um plano maligno de destruição do mundo (os vilões são sempre muito originais) e ser ovacionado, e ganhar a medalha da cidade, e ter super poderes, e poder ficar invisível para fugir das tarefas domésticas…

Resumindo, eu adorava. Aí descobri que o Stan Lee, dos seus longos e produtivos 90 anos (mãe #ficadica, para de me mandar correntes, por favor) tem um canal no YouTube, o World of Heroes, com vídeos, entrevistas, enfim, super divertido.

Aí, eu assisti esse vídeo: 

E desisti desse negócio de mutação genética e super poderes. Não tem necessidade, né?!

Coluna do BOZZO: Me encontro liberto do Big Brother Brasil

por Vinicius Augusto Bozzobig bosta

Sim, eu já assisti o Big Brother Brasil. Ao contrário da maioria dos intelectuais, eu admito. Já fui um viciado! É bom ver como o homem é, ao mesmo tempo, tão inteligente e tão estúpido. Quando digo inteligente me refiro aos homens que criaram o BBB e tão estúpido me refiro a mim mesmo quando estava assistindo. Mas tenho que admitir, me sentia bem.

É bom ver o ser humano em situações limites, confinado, brigando por alimentos. Se bem que isso já existe na Faixa de Gaza, a diferença é que lá a eliminação é de verdade.

É bom ver um monte de mulheres nuas que daqui a alguns dias estarão nas capas da Playboy e Sexy. Daqui a alguns meses estarão em debates sobre religião e pornografia no programa da Luciana Gimenez. Daqui a alguns anos ninguém mais vai saber quem é.

É bom ver movimentos em baixo do edredom. Me lembra os tempos em que eu via “Teste de Fidelidade” no João Kléber ou ficava acordado para ver CinePrivê na Band.

bialÉ bom ver um grande jornalista, com incrível competência na redação de crônicas, como Pedro Bial ficando rico fazendo discurso poético sobre “super-heróis” que não conseguem nem sair de uma casa. Que herói é esse? Para quem já foi correspondente internacional em guerras bizarras, BBB é fichinha.

Mas hoje eu me encontro liberto! Graças a um conterrâneo de vocês que fazia este mesmo trabalho que eu nos coletivos em Salvador, entregou um panfleto destes a minha tia que me indicou essa clínica de recuperação. Em 2013, não vi nenhum minuto de BBB.

Só não consigo entender um ex-BBB que, depois de anos, resolve voltar para mais uma edição do programa. Das duas, uma: ou nenhum dos “projetos” dele deu certo ou ele acha que o melhor que ele pode alcançar é o BBB. E a Fazenda de Verão? E a Casa dos Artistas? E o No limite?

Qual é o Link
Veja, PEDRO BIAL no dia da Eliminação do Brother Gorbachev